32 mitos sobre a Santa Missa

Pe. Pio celebra a Santa Missa

São Padre Pio celebra a Santa Missa

Salve, caríssimos!

Há muito que quero indicar uma série de artigos sobre alguns mitos acerca das celebrações litúrgicas realizadas mundo afora. Infelizmente, os artigos não são meus; gostaria eu de tê-los escrito, certamente.

Abaixo, sintetizo os artigos, cuja explicação completa sobre cada mito você poderá ver nos dois links no final deste post. E, no caso de dúvidas, deixo aberto o post para comentários e debates.

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Como praticar o jejum na Quaresma

O excelente texto abaixo foi escrito pelo delegado Brodbeck para seu site Salvem a Liturgia!. É certo que estou um pouco atrasado e deveria tê-lo divulgado na quarta-feira de cinzas, mas nunca é tarde para informar os amigos o que deve ser feito nestes tempos quaresmais.

Aproveitei e formatei um pequeno resumo esquemático das normas citadas abaixo para quem quiser baixar e imprimir. Esse resumo está disponível no meu canal do SlideShare gratuitamente para vocês, fiéis! 😀

"Lembra-te que és pó, e ao pó hás de voltar."

"Lembra-te que és pó, e ao pó hás de voltar."

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Confissão pelo iPhone?

”Recebei o Espírito Santo.
A quem perdoardes os pecados, serão perdoados;
a quem os retiverdes, ficarão retidos” (Jo 22, 22-23)

Sob um título bastante suspeito, o site do Olhar Digital anunciou na noite de ontem (07/02) que a Igreja católica havia liberado um aplicativo para o iPhone no qual os fiéis poderiam se utilizar para receber o sacramento da Penitência.

A desinformação do Olhar Digital feita pelo desleixado repasse de informações vinda da sempre imaculada Reuters está me fazendo escrever aqui para explicar o que essa informação realmente significa.

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Há oito anos, deputado denunciava nazismo na Planned Parenthood

"Eu fiz um aborto"

O discurso abaixo é um “pronunciamento contundente em defesa dos valores da vida e da família“[1] feito pelo ex-deputado Elimar Máximo Damasceno (PRONA-SP) na sessão do dia 28 de abril de 2003 no Plenário da Câmara dos Deputados.

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O que é a perfeita alegria

São Francisco de Assis

Como, andando pelo caminho, São Francisco e Frei Leão, expôs para ele coisas que são a perfeita alegria.

Vindo uma vez São Francisco de Perusa para Santa Maria dos Anjos com Frei Leão, era tempo do inverno e o frio grandíssimo o cruciava fortemente. Chamou Frei Leão, que ia indo na frente, e disse assim: “Frei Leão, se acontecer, por graça de Deus, que os frades menores dêem em todas as terras grande exemplo de santidade e de boa edificação; apesar disso, escreve e anota diligentemente que não está aí a perfeita alegria”.

E andando mais adiante, São Francisco chamou-o uma segunda vez: “Ó Frei Leão, ainda que o frade menor ilumine os cegos, estenda os encolhidos, expulse os demônios, faça os surdos ouvirem e coxos andarem, e os mudos falarem e, o que é coisa maior, ressuscite os mortos de quatro dias; escreve que não está aí a perfeita alegria”.

E, andando um pouco, São Francisco gritou forte: “Ó Frei Leão, se o frade menor soubesse todas as línguas, todas as ciências e todas as escrituras, de modo que soubesse profetizar e revelar não somente as coisas futuras mas até os segredos das consciências e das pessoas; escreve que não está nisso a perfeita alegria”.

Andando um pouco mais adiante, São Francisco ainda chamava forte: “Ó Frei Leão, ovelhinha de Deus, ainda que o frade menor fale com a língua do Anjo e saiba os caminhos das estrelas e as virtudes das ervas, e lhe fossem revelados todos os tesouros da terra, e conhecesse as virtudes dos pássaros e dos peixes e de todos os animais, e das pedras e das águas; escreve que não está nisso a perfeita alegria”.

E andando ainda mais um pedaço, São Francisco chamou com força: “Ó Frei Leão, ainda que o frade menor soubesse pregar tão bem que convertesse todos os infiéis para a fé de Cristo; escreve que aí não há perfeita alegria”.

E durando esse modo de falar bem duas milhas, Frei Leão, com grande admiração, lhe perguntou, dizendo: “Pai, eu te peço da parte de Deus que tu me digas onde há perfeita alegria”. E São Francisco lhe respondeu: “Quando nós estivermos em Santa Maria dos Anjos, tão molhados pela chuva, enregelados pelo frio, enlameados de barro, aflitos de fome, e batermos à porta do lugar, e o porteiro vier irado e disser: Quem sois vós? E nós dissermos: Nós somos dois dos vossos frades. E ele disser: Vós não dizeis a verdade, aliás sois dois marotos que andais enganando o mundo e roubando as esmolas dos pobres; ide embora; e não nos abrir, e fizer-nos ficar fora na neve e na água, com o frio e com a fome até de noite; então, se nós suportarmos tanta injúria e tanta crueldade, e tantas despedidas pacientemente, sem nos perturbarmos, e sem murmurar dele, e pensarmos humildemente que aquele porteiro nos conhece de verdade, que Deus o faz falar contra nós; ó Frei Leão, escreve que aqui há perfeita alegria. E se, apesar disso, continuássemos batendo, e ele saísse para fora perturbado, e nos expulsasse como velhacos importunos, com vilanias e bofetões, dizendo: Ide embora daqui, ladrõezinhos muito vis, ide ao hospital, porque aqui vós não comereis, nem vos abrigareis; se nós suportarmos isso pacientemente, com alegria e com bom amor; ó Frei Leão, escreve que aqui há alegria perfeita.

E se nós, mesmo constrangidos pela fome, pelo frio e pela noite, ainda batermos mais, chamarmos e pedirmos por amor de Deus com muito pranto que nos abra e nos ponha para dentro assim mesmo, e ele escandalizado disser: Estes são patifes importunos, eu os pagarei bem, como merecem; e sair para fora com um bastão cheio de nós, e nos agarrar pelo capuz e jogar por terra, e nos revirar na neve e nos bater nó por nó com aquele bastão: se nós suportarmos todas essas coisas pacientemente e com alegria, pensando nas penas de Cristo bendito, que temos que aguentar por seu amor; ó Frei Leão, escreve que aqui e nisto há perfeita alegria.

E, por isso, ouve a conclusão, Frei Leão. Acima de todas as graças e dons do Espírito Santo, que Cristo concede aos seus amigos, está a de vencer a si mesmo e de boa vontade, por amor de Cristo, suportar penas, injúrias, opróbrios e mal-estares; porque de todos os outros dons de Deus nós não podemos nos gloriar, pois não são nossos mas de Deus, como diz o Apóstolo: Que é que tu tens que não recebeste de Deus? E se recebeste dele, por que te glorias, como se o tivesses por ti? Mas na cruz da tribulação e da aflição nós podemos nos gloriar, pois diz o Apóstolo: Não quero me gloriar a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”.

 

Fonte (adap.): O que é a perfeita alegria? Escreve, Frei Leão…

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Recorramos à Virgem Maria!

São Roque à Virgem Maria, de Jacques-Louis David

São Francisco de Sales, ainda depois de sua morte, como se quisesse continuar a guerra que durante a vida tinha feito à desesperação, arrancou ao próprio demônio uma confissão repleta de incitamento para as almas mais criminosas.

Trouxeram para junto do túmulo do Santo Bispo de Genebra, no tempo em que se instituía o processo da sua beatificação, um jovem que, havia cinco anos, estava possesso do espírito malígno. Teve de se esperar a sua cura durante muitos dias, e entretanto foi este desgraçado submetido ali, junto dos restos mortais do Santo, a um longo e repetido interrogatório, que lhe fizeram o bispo Charles-Auguste de Sales e a Madre de Chaugy. Duma vez, como o demônio gritasse com mais furor e confusão, dizendo: “Para que hei de eu sair?!“, a Madre Chaugy exclamou com aquela veemência que lhe era peculiar: – “Ó Santa Mãe de Deus, rogai por nós! Maria, Mãe de Jesus, socorrei-nos!

A essas palavras, o espírito infernal redobrou os seus horrendos gritos, bradando: “Maria! Maria! Ah! E eu, que não tenho Maria!… Não pronuncies esse nome, que me faz estremecer. Se houvesse uma Maria para mim, como a tendes para vós, não seria o que sou!… Mas eu não tenho Maria!” Todos choravam. – “Ah!“, continuou o demônio, “se eu tivesse um só instante dos muitos que desperdiçais, sim, um só instante e uma Maria, não seria um demônio!

Pois bem. Nós que vivemos (Sl 113, 18) temos o momento para regressar a Deus, e temos Maria para nos obter essa graça. Quem, pois, há de desesperar?

Adaptação e mescla de:

TISSOT, Joseph. A arte de aproveitar as próprias faltas. São Paulo: Quadrante, 1995. p. 48-49.

TISSOT, P. José. Arte de aproveitar-se das próprias faltas. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1964. p. 47-48.

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O caminhoneiro de São Josemaria Escrivá

09 de janeiro. Estamos comemorando o nascimento de São Josemaria Escrivá de Balaguer, o santo do cotidiano e o padroeiro deste blog.

Um pouco sobre São Josemaria Escrivá

Josemaria nasceu em Barbastro, Espanha, no ano de 1902. Seus pais, José e Dolores Albás, foram muito cuidadosos com sua educação, ensinado-o a moral, os bons costumes e o verdadeiro amor de Deus.

Passou por diversas dificuldades quando pequeno, desde seu próprio adoecimento dito sem esperanças pelos médicos até a morte de suas três irmãs quando ainda era jovem.

Anos mais tarde, um fato lhe mudara toda a vida. São as conhecidas pegadas sobre a neve. Estas indicam que Deus lhe quer algo, mas o jovem Josemaria não sabe desvendar o que o Senhor lhe pede. Ele entra, portanto, para o seminário para descobrir o que é, prometendo a seu pai que cursaria Direito logo em seguida. Infelizmente, seu pai morre antes de vê-lo ser ordenado.

Em 1928, Deus faz-lhe ver o que queria de seu servo. A 2 de outubro, dia dos anjos da guarda, funda a Obra de Deus, o Opus Dei, procurando levar a santificação ao nosso trabalho e aos nossos deveres cotidianos.

O santo fez muitos trabalhos de santidade e apostolado pelo mundo todo. Em 1974, visita o Brasil e, no ano seguinte, vem a falecer em Roma.

Seguindo-se a regra dos 5 anos, em 1981, os processos para sua beatificação são abertos no Vaticano, que ocorre, finalmente, em 1992. Dez anos depois é canonizado por João Paulo II na Praça São Pedro, em Roma.

Sua festa litúrgica é no dia 26 de junho, data de seu falecimento.

O caminhoneiro de Deus

Após contar um pouco de sua vida, quero aproveitar esse dia muito especial para falar de uma história muito bonita que ouvi recentemente desse nobre santo.

Melhor que contar-lhes a história é permitir que vocês mesmos vejam São Josemaria contando-a. Nos últimos dias, fiz a tradução da história do caminhoneiro de Deus e legendei um vídeo no qual o espanhol a conta em uma de suas tertúlias pelo mundo afora. Espero que gostem da história como eu gostei.

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Um poema sem título. Ou: O Direito de Nascer Menina

Em 2007, ano de minha formatura no Ensino Médio, escrevi duas poesias muito especiais para mim: A Mulher de Lá e À Nova Civilização. Elas fizeram parte de um trabalho. Foi um dos poucos trabalhos no qual toda a nossa turma participou. Salvo engano, um ou dois acabaram não fazendo conosco, mas com outras turmas. Tudo bem. Confesso, porém, que foi emocionante a dedicação e o trabalho de todos. O amizade imperou.

Voltando às poesias… Não sei quem, nesse mesmo ano, teve a agudez de espírito de juntar os dois poemas e utilizar na peça que montamos (era este o trabalho). O novo ficou ótimo!

Disponibilizo-o abaixo. Infelizmente, ele não teve um título.

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